Numa iniciativa do músico Ian Anderson, a lenda do ‘Flautista de Hamelin’ foi hoje recriada na Alemanha. O músico Anderson recriou a história das crianças que  desapareceram no ano de 1248 em Hamelin, numa viagem de comboio com o flautista Michael Boyer. A acção contou com a participação de 700 crianças, e foram percorridos cerca de 15 kilometros de comboio,  que é a distância entre Cooppenbrügge e a cidade de Hamelin onde deu-se o acontecimento.

Para quem não conhece a história do Flautista de Hamelin, que é
conto folclórico, reescrito pela primeira vez pelo Irmãos Grimm,
pode ler abaixo um pouco da mesma:

Em 1284, a cidade de Hamelin (Alemanha) havia sido invadida por ratos.
Certo dia chega à cidade um homem que dizia ter  a solução para o problema, se auto-denominando um ‘caçador de ratos’. Prometeram-lhe como pagamento pelo exterminio dos ratos, uma moeda pela  cabeça de cada rato dizimado. O homem aceitou o acordo, pegou uma flauta e hipnotizou os ratos, afogando-os no Rio Weser.

Ocorre que apesar de ter obtido sucesso, as pessoas da cidade se recusaram a paga-lo, alegando que ele não  havia apresentado os ratos exterminados, embora tivesse acabado com o problema. O  homem deixou então a cidade, mas retornou algum tempo depois a 26 de Junho, e enquanto os habitantes estavam na igreja, tocou novamente sua flauta, atraindo desta vez as crianças de Hamelin.

Segundo conta a história, cento e trinta meninos e meninas  seguiram-no para fora da cidade,  aonde foram enfeitiçados e trancados em uma caverna. A cidade ficou então triste e sem vida, embora ainda lá estivessem os homens ricos  com suas fartas colheitas que os ratos já não estragavam.

A história termina a dizer que: …’Há muitos, muitos anos, na deserta e vazia cidade de  Hamelin, por mais que se procure, nunca se encontra nem um rato, nem uma criança.’…

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